Dor no Coccix ou Coccidínea

DOR NO CÓCCIX PODE TER UM FATOR EMOCIONAL
O cóccix possui formato triangular e é formado pela fusão das quatro últimas vértebras da coluna, as vértebras coccígeas que formam a porção terminal da coluna.
Também conhecida como coccigodínea ou coccidínea é uma condição não muito comum que provoca dor em volta deste osso. As mulheres são mais afetadas.
Pode ser causada por traumas como fraturas, entorses, luxações, trauma obstétrico, sendo as quedas o fator mais provável para a lesão direta de cóccix e sacro. Uma causa exclusiva nas mulheres é o parto. Fatores emocionais, entretanto, podem ter relação com esta dor.
As dores podem se apresentar de forma aguda ou crônica (após 2 meses de dor). Quando na posição sentada incomoda mais. Quando se levanta há um certo alívio. Existe dor à palpação também.
Os tratamentos ou são paliativos (uso de almofadas, massagem, calor local) ou muito evasivos (cirurgia). Ainda, na intenção de reduzir a dor, é comum utilizar-se de aplicação de corticoides no local, com efeito temporário.
Há protocolos que sugerem a remoção parcial ou até mesmo total do cóccix. Ainda assim, não há garantia de um bom resultado.
TRATAMENTO PELA MICROFISIOTERAPIA:
Auto Cura: O tratamento através da técnica da Microfisioterapia tem se mostrado bastante eficaz para tratar estes dolorosos casos, independentemente se o caso é agudo ou crônico.
A eficiência do tratamento se dá por um fato óbvio: Quando se elimina a causa primária de uma doença ou sintoma, ela tende a desaparecer. E é esta a intenção desta terapia alternativa, buscar a causa e eliminá-la.
A rapidez nos resultados também chama a atenção dos pacientes pois, geralmente, sente-se alívio ainda durante a primeira sessão. Não é necessário mais que 3 sessões para a alta do paciente.

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CÓCCIX, além do físico
(Capacidade de escolha)
Na concepção metafísica, essa parte da coluna representa a âncora do ser na realidade. 
Refere-se ao sentido de atuação da pessoa, numa determinada direção, e ao senso de escolha quanto ao rumo dos acontecimentos. Tornar-se consciente das condições em que nos encontramos é fundamentalmente importante para tomar decisões. Compreender o contexto do presente, as situações ao redor e principalmente o encaminhamento dos fatos favorecem as escolhas, dando um novo curso para a vida.
Antes de qualquer escolha, faz-se necessário aprimorar a consciência a respeito do que está ao nosso redor. Visualizar o cenário com certa imparcialidade evita a emoção. Em alguns momentos, ser emotivo interfere negativamente na tomada de decisões. Já a imparcialidade é uma conduta favorável para a tomada de decisões. É preciso certa dose de desapego para conceber os novos rumos e partir para outras direções.
A mudança de atitude transforma as situações, mas exige certo desapego e coragem para enfrentar o novo. Mesmo a circunstância não sendo agradável, ainda assim, existem alguns aspectos favoráveis nela, fazendo surgirem as resistências às mudanças. Trata-se de comodidade em virtude do domínio que temos sobre as situações ao nosso redor.
Por sua vez, uma nova direção exige o desenvolvimento de mais habilidades para dar conta das outras necessidades que venham a surgir no andamento dos fatos. Portanto, não basta ter o espírito aventureiro para desbravar novos horizontes; é preciso ter capacidade de superação para se renovar e conquistar outros desafios.
Geralmente, diante das mudanças, somos dominados pela seguinte dúvida: será melhor mudar, para ver se algo melhora ou deixar como está? Apesar de a atual condição não satisfazer mais, possuímos um relativo manejo sobre as situações presentes, tornando confortável continuar do mesmo jeito. Geralmente, essa resistência às mudanças reflete insegurança e falta de confiança em si mesmo e no curso da vida.
Assim sendo, resta-nos saber qual a melhor escolha. Como decidir pela direção correta? Os critérios são os mesmos para as pequenas e para as grandes decisões.
Em primeiro lugar, precisamos eleger prioridades, sem isso a decisão será às escuras. Para aumentar a chance de decidir acertadamente é preciso saber o que é importante para nós ou para a situação em questão. Feito isso, resta-nos eleger o que mais atende às necessidades levantadas. No entanto, a certeza de que a escolha foi acertada só o tempo dirá. De qualquer forma, acionamos um processo que nos tira da estagnação, dando início a novos rumos para a nossa existência.

Enquanto as mudanças não puderem ser concretizadas, não devemos nos agredir, tampouco ofender os outros. Assim como foi preciso um tempo para amadurecermos as escolhas, mesmo aquelas inevitáveis, as pessoas que nos cercam também necessitam de um preparo para se acostumarem com o novo, nos diz Gasparetto & Valcapelli.

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